sexta-feira, 10 de julho de 2020

É justo desejar a morte de alguém?


Antes de mais nada, quero deixar claro que não sou bolsonarista. O candidato em que votei, em 2018, foi o meu amigo e o meu irmão Geraldo Alckmin. No 2o turno, dentro das possibilidades existentes, optei por votar em Jair Bolsonaro.
Foto: ALESP
Mas, não encontro uma explicação para o absurdo artigo do jornalista Hélio Schwartsman, publicado pela Folha dia desses, no qual, em síntese, seu autor confessa desejar “a morte do Presidente Bolsonaro”. Independentemente de preferências políticas ou de como o jornalista busque se justificar, dizendo que não é bem assim, a verdade é que o texto explicita claramente o seu desejo, e, para isso, não há explicação aceitável.
Desejar a morte de alguém é uma postura, no mínimo, infeliz, que só se imagina seja praticada por bandoleiros morais, em exercício da própria - e absoluta, falta de caráter. Portanto, mesmo que Hélio Schwartsman tente se explicar, escondendo-se atrás de uma chamada “ética consequencialista” para defender suas afirmações, ele, na verdade, confessou desejar a morte de Bolsonaro, única e exclusivamente, por não concordar com as ideias do presidente e por não aceitar sua democrática vitória eleitoral.
Considero, simplesmente, vergonhoso que a Folha de S.Paulo tenha concedido espaço para este tipo de lixo, que o pretenso articulista chamou de texto. E, ainda mais, temeroso que existam pessoas que apoiem este tipo de iniciativa.
Mesmo do ponto de vista “consequencialista”, seria melhor para a sociedade, senhor jornalista, se "textos" como os seus “morressem”, esses sim, de vez. Afinal, o último sacripanta odiento que teve encorajados seus desejos de morte ao próximo, deixou como herança um massacre, que horroriza até hoje qualquer ser humano, chamado holocausto.
Postado no Instagram do Deputado Campos Machado >>>

Antônio Carlos Campos Machado é um advogado e político brasileiro, deputado estadual de São Paulo pelo Partido Trabalhista Brasileiro. É presidente do diretório paulista e secretário-geral nacional do partido. (Wikipédia)


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